‘Ainda Estou Aqui’ vence Melhor Filme Internacional e faz história no Oscar 2025

Filme brasileiro conquista a primeira estatueta da categoria para o país, celebrando a diversidade e a resiliência humana

O filme brasileiro “Ainda Estou Aqui” fez história no Oscar 2025 ao vencer a categoria de Melhor Filme Internacional, marcando a primeira vez que o Brasil leva a tão cobiçada estatueta nessa categoria. Dirigido por Julia Murat, o longa-metragem emocionou o público e a crítica ao contar uma história poderosa sobre resiliência, identidade e superação, tornando-se um marco para o cinema nacional.

Sinopse do filme

“Ainda Estou Aqui” acompanha a jornada de Maria, uma mulher transgênero interpretada pela atriz Linn da Quebrada, que luta para reconstruir sua vida após ser expulsa de casa pela família. Ambientado em uma pequena cidade do interior do Brasil, o filme aborda temas como preconceito, aceitação e a busca por pertencimento, destacando a força e a dignidade de sua protagonista.

A narrativa sensível e as atuações marcantes, especialmente a de Linn da Quebrada, foram amplamente elogiadas pela crítica internacional, consolidando o filme como um dos favoritos da temporada de premiações.

Reações ao prêmio

A vitória de “Ainda Estou Aqui” foi celebrada com entusiasmo pela equipe do filme e pelo público brasileiro. Durante o discurso de aceitação, Julia Murat destacou a importância de contar histórias que representem a diversidade e a luta por direitos humanos:
“Este prêmio não é só nosso, é de todos que lutam por um mundo mais justo e inclusivo. O cinema tem o poder de transformar vidas, e ‘Ainda Estou Aqui’ é um exemplo disso.”

Linn da Quebrada, que também subiu ao palco para receber o prêmio, emocionou a plateia ao dedicar a vitória à comunidade LGBTQIA+:
“Este Oscar é para todas as pessoas que, como Maria, lutam todos os dias para existir e serem quem são. Estamos aqui, resistindo e celebrando a vida.”

Impacto para o cinema brasileiro

A vitória de “Ainda Estou Aqui” no Oscar representa um marco histórico para o cinema brasileiro, que há décadas busca reconhecimento internacional na categoria de Melhor Filme Internacional. O prêmio não só consolida o talento de Julia Murat e Linn da Quebrada, mas também abre portas para novas produções brasileiras no mercado global.

Além disso, o filme reforça a importância de narrativas que abordem questões sociais e de representatividade, inspirando cineastas e artistas a explorarem temas relevantes e urgentes.

Conclusão

“Ainda Estou Aqui” não apenas conquistou o Oscar de Melhor Filme Internacional, mas também deixou um legado de esperança e inspiração. Ao contar uma história universal de resiliência e luta por direitos, o filme brasileiro mostrou ao mundo o poder do cinema como ferramenta de transformação social.

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